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12/06/2020

Cigana


Cigana

Toma as minhas mãos,
Minha misteriosa Cigana
Leia agora meu destino
Pois o Poeta não se engana.

Sei ler o brilho de teus olhos
E sinto o tremor de tuas mãos
Tua respiração está ofegante
Sinto um turbilhão de emoção.

Quero me envolver no mistério
Que se esconde em tua silhueta
E me envolve num louco desejo
Quero sentir o calor de teu beijo.

Juntemos nossos pulsos
Para, no deslizar do punhal,
Nosso sangue misturar
Num excitante ritual.

Dança para mim, Cigana
Girando em torno à fogueira
Rodopiando teu vestido
Faz-me teu animal ferido.

Juntemos nossas carnes
Num ardente jogo de amor
Onde as cores dão vida
E o prazer supera a dor.

Quero sentir teu corpo
Colado junto ao meu
Impregnados pelo suor
Desprendido do amor.

Uma troca intensa de fluidos
Que a gente jamais sentiu
A trilha sonora dos gemidos
Feito dois animais no cio,

Depois de cumprir nosso ato
Nada mais para mim se compara
Pois a paixão se tornará ardente
E o coração jamais sara.

Valter Montani
revisão de texto: Regina Azevedo

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